ARMAS MATAM?


Muita discussão tem tomando as mídias ao redor do assunto “armas” e a suposta violência causada por elas.


Mas a pergunta do título desse artigo é a chave para se entender que, na verdade, ARMAS NÃO COMETEM CRIMES!


Armas de fogo, por exemplo, matam menos do que automóveis. É isso mesmo que você leu!


Se você pensa que armas matam e que, portanto devem ser proibidas, pela lógica, deve pensar também que casacos causam o frio, canetas escrevem palavras erradas, carros dirigem bêbados e talheres deixam as pessoas gordas. Proibir seria a coisa certa?


Um tanto quanto óbvio, não é? Mas da forma como a imprensa e ativistas têm colocado algumas situações, a ideia que vem à cabeça é de que armas são sinônimo de morte e destruição e que, sem elas, a violência será banida e a paz reinará.


Mas você, que tem o dom da inteligência para refletir mais profundamente sobre o assunto, provavelmente já percebeu que não é nem um pouco assim, não é mesmo?


Praticamente qualquer objeto pode ser usado como arma por quem quer cometer crimes: cordas, cadarços, armas de fogo, facas, ferramentas, pedaços de madeira, pedras, combustível, veículos e até mesmo as próprias mãos.


Desde o famigerado “Estatuto do Desarmamento”, que foi uma das maiores canalhices, inventado por um governo corrupto para desarmar a população de bem e neutralizar qualquer insurreição armada contra seus planos de perpetuação no poder e, que diga-se de passagem não foi aprovado pelo referendo popular (ou seja, ignoraram completamente a vontade popular), o cidadão de bem teve seu direito à legítima defesa reduzido ou praticamente cerceado.


Armas de fogo nada mais são do que ferramentas que podem ser usadas para defender sua vida, a vida de terceiros, seu patrimônio e a sua liberdade.


É um grande engano as pessoas acharem que proibindo a venda, posse ou porte de armas legalizadas tornarão o mundo mais seguro ou que inibirão crimes e violências.

Criminosos, em geral, nunca compram suas armas de forma legalizada. Sempre o fazem no mercado negro, por meio de contrabando ou por fruto de roubo.


Acho que consegui ouvir daqui de casa alguém gritando agora: “Aha! Está vendo? Se eu permito que pessoas comprem armas, ainda que legalizadas, e elas têm suas armas roubadas, automaticamente aumenta o número de armas nas mãos dos criminosos! ”.


De forma alguma! Por instinto de sobrevivência, criminosos querem facilidade e “segurança” na ação. Portanto, é estatisticamente comprovável, que eles evitam roubar pessoas ou locais, onde sabem que podem haver reações em que ele pode acabar preso ou morto.


E também, estatisticamente, é sabido que são os crimes “menores” que têm vitimado o maior número de cidadãos, aumentando a quantidade de homicídios e a mancha criminal das cidades.


Em geral, o risco parte de criminosos que não têm qualquer respeito pela vida de quem quer que seja e que têm interesse em assaltar pessoas comuns para roubar veículo, relógio, carteira e etc...


Continua sendo muito mais fácil para o criminoso adquirir uma arma no mercado negro, com um traficante de armas.


A venda legalizada de armas faz uma série de exigências ao cidadão interessado: ser maior de idade, ter endereço fixo e não possuir antecedentes criminais, entre outras.


A certificado de registro ou posse de arma de fogo, não permite o seu transporte, permitindo apenas que a pessoa a mantenha dentro de sua casa ou no seu trabalho (se ele for proprietário ou responsável pelo local de trabalho).


Se o interessado, além de posse, quiser ter o porte de arma, as exigências são ainda maiores: além de todas as exigências para posse, ainda tem que tirar várias certidões, ter carteira de trabalho e comprovar ocupação lícita, atestados de bons antecedentes, exames psicológicos e laudos técnicos, demonstrar conhecimentos sobre procedimentos de segurança e manejo da arma que tem interesse em possuir, além de já ter o registro e posse da arma.


Qual a necessidade ou interesse de uma pessoa em ter uma ou mais armas em sua posse ou porte?


Por melhor que seja a polícia ou a segurança do local onde você reside, afirmo, com toda a certeza, que não são omnipresentes. São poucos e não ficam 24 horas por dia zelando pela sua vida ou pelo seu patrimônio. Na maioria das vezes, conseguem ser reativos, pós acontecimento.


“Ah, mas ainda assim, nada impede uma pessoa, que possui uma arma, ainda que de forma legalizada, de surtar e matar outra pessoa”. Sim, verdade! Mas, como dito no começo do artigo, para isso não é necessário possuir uma arma de fogo, não é mesmo? E o fato de a arma ser legalizada, já facilita encontrar seu dono e possível suspeito do crime.


Se depois de toda essa explanação você ainda não se convenceu, meus últimos argumentos para você são:


  1. Se você não gosta de armas e não quer ter uma arma, acalme-se! Ninguém vai te obrigar a ter uma!

  2. Se você acredita que o mundo ficaria mais pacífico sem armas, preocupe-se! Porque os criminosos não entregarão suas armas ou deixarão de andar armados e cometer crimes.

  3. A liberdade de expressão, de escolha, de estilo de vida e de continuar vivo são direitos sagrados, assegurados na maioria das constituições. Portanto, você pode escolher se armar, desde que respeite os que escolherem não o fazer e vice versa.

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